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riscos_e_rabiscos

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Booom! Ai Que Susto!

 

Sabem o que é isto?

Os restos mortais de um CD de um manual!!!

Ia morrendo do coração.

Só ouvi um estrondo gigantesco - quase que ia ficando surda - que me fez saltar da cadeira ao mesmo tempo que o Bóbi se pisgava em alta velocidade.

Assim que coloquei o CD no DVD do computador, começa a rotação em velocidade furiosa que termina num... BOOOOM!

Jamais me tinha acontecido uma destas! Que um CD se parta ainda vá, agora que expluda, foi novidade para mim!

Resumindo: fiquei sem CD (vou ter que comprar outro!), metade do CD refugiou-se dentro do DVD e está só a bater o pé e a dizer que "dali não sai, dali ninguém o tira!" e a outra metade está a suplicar-me que o liberte, que o deite para o lixo rumo à luz eterna.

Esperemos que o laser do CD tenha saído incólume desta Guerra Tecnológica pois já basta o trabalhão que vai ser no fim-de-semana ter de desmontar tudo para fazer a limpeza de verão, que é como quem diz, do CD!

Argh!

Explodiu!

 

 

Parece que hoje foi detectado um pacote suspeito no metro de Telheiras. Vá de especulação acerca de terrorismo e proceder-se ao protocolo normal nestas ocasiões: fazer o pacote ir pelo ar controladamente.

 

Mas parece que aquilo era um electronic device inócuo. Sabem lá se não era o computador comprado pela net e que o Zé das Couves foi buscar aos correios?! É que o Zé das Couves tem um grave problema: assim que entra no metro, entra-lhe uma soneira incontrolável pelos sentidos adentro. Uma abridela de boca para aqui, um piscadela de olhos para ali, um deslize lento pelo banco abaixo e a inclinação suave da cabeça até se aconchegar de encontro ao vidro.

 

Dorme o sono dos anjos. Não raramente, é acordado pela simpática moça da gravação electrónica a avisá-lo que está a chegar ao seu destino. Acorda assustado, assarapantado e levanta-se, qual zombie, em direcção à porta para sair.

 

O Zé das Couves já é famoso na secção dos Perdidos e Achados. É, talvez, o cliente mais assíduo daquele serviço. Já perdeu tudo e mais alguma coisa – excepto a cabeça porque está agarrada ao corpo – nestes seus repentes para sair.

Até aposto que, desta vez, a culpa foi dele!

 

Mas isto de explosões não é só no metro. Ou pensando bem, até “tem” origem no metro. Vejam lá se eu não tenho razão.

Como sabem, ou pelo menos desconfiam, o metro é o ponto de partida e de chegada do bus que me leva ao colégio. A rotina é sempre a mesma.

Ontem, cheguei ao metro, dirigi-me à zona das paragens e enfiei-me no primeiro que por ali passou. Para vir para casa todos me servem.

Vinha eu toda refastelada sentada no banco e entretida a ouvir um cidadão brasileiro a entreter dois miúdos com cantorias e vozes diferentes, quando se aproxima o meu destino de saída.

Toquei na campainha e dirigi-me para a porta. Assim que chego à minha paragem e saio, vejo uma neblina e uma senhora aos gritos. Não percebi nada! E, aquela neblina, para mim, devia ser nevoeiro.

 

É então que me aproximo da senhora e percebo o que se está a passar. Ela grita muito aflita “fujam, fujam, que a camioneta explode! Grande explosão que a camioneta deu!”

Sai o motorista e todos os passageiros da camioneta que iam confortavelmente instalados. Nova explosão, desta vez mais pequena. Comecei a desandar dali para fora pois não me apetecia levar com nenhuma peça do autocarro na cabeça. Depreendi que o problema fosse no motor pois o fumo vinha dessa direcção.

 

Agora pergunto eu: será que também era algum engenho explosivo que lá colocaram? Ou foi alguma bombinha de Carnaval? Foi um problema mecânico? E então já não é terrorismo?

 

A culpa é do metro. Foi da zona do metro que a camioneta saiu e que teve origem o despoletar do problema. E também é um caso de terrorismo. Ah, pois! Vem uma pessoa de rastos do trabalho, desejosa de chegar a casa. Instala-se na camioneta toda satisfeitinha e, de repente, um percalço destes. Tem de sair da camioneta, esperar por outra, que por sinal vem a abarrotar e já nem se pode sentar para descansar o corpinho.

Além disto tudo, ainda vai chegar mais tarde a casa. Agora digam lá, é ou não é terrorismo para com quem trabalha?!

 

Insólitos Pessoinha

 

 

Para aqueles que sentiram a minha ausência, ontem, cá vai a minha explicação. Ontem foi o dia de acontecer tudo!

 

A parte da manhã correu bem: levantar tarde e almoçar tarde. Da parte da tarde é que as coisas começaram a piorar. Como o tempo.

O primeiro insólito foi a minha reunião de condomínio. A administradora é um cromo daqueles que só feito um exemplar. E a pobre mulher fala, fala, mas não diz nada. Quer dizer, não avança na conversa ou no assunto. Haja paciência... de santa! O que vale é que eu tenho dois nomes de santa!

Quando voltámos a casa, o N. resolveu ligar o portátil. Glup! Dava um erro qualquer. Só nos dizia "boot mgr compressed" (ver a resolução deste problema no blog do N.: http://helldanger1.blogs.sapo.pt/). Ai a chatice! e o portátil insistia... Ok! Vamos fazer-te a vontade e ficas aí sugadito, portátil.

Fomos ligar o outro Pc fixo. Não queria ligar. Apitos para aqui e para ali, crek... crek... crek... Mas o que é que está a acontecer?! A revolta dos PCs? O fixo até tem estado de férias, não tem trabalhado! Bom, o n., com os seus dotes de carniceiro, abriu o PC para ver o que se estava a passar. Sem entrar em pormenores, só vos digo que o arranjou da forma mais simples possível e imaginária.

E o portátil, perguntam vocês? Ora... o portátil dizia aquilo porque o N. tinha comprimido o disco (nunca o façam!) e resolveu o assunto facilmente depois de ter fritado o cérebro! Dizem que as máquinas têm sempre razão...

Chegada a hora do jantar, estávamos nós a degustar umas belas espetadinhas quando, subitamente, uma lâmpada do candeeiro da sala explodiu. Sim, explodiu! Ficámos completamente às escuras. Eu e o N. ficámos estupefactos e imóveis nas cadeiras com tão estúpido acontecimento. Só não sei como não me acertou um bocado na tola ou não engoli algum fragmento escondido numa garfada!

Para finalizar, nada melhor do que... falta de água de novo!!! Opá, a quem é que se pode ir reclamar? Então agora isto é prática corrente aos fins de semana? E sem aviso prévio? A malta queria tomar banho para lavar as miudezes... nicles! Queria lavar os pratos com os despojos do jantar... nicles! Idas ao wc... nicles!

Tal não é a moenga, hein!!!